Com a cobrança de bagagem despachada a passagens aéreas baixou?

 

Já faz mais de uno que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou que as companhias aéreas passassem a vender passagens que não dão direito a despachar bagagem. O intuito era para que as passagens aéreas tivessem os preços reduzidos, mas pelo que foi avaliado, não foi bem assim.  Tiveram um aumento médio de 6% (já descontada a inflação). Além disso, a taxa para o transporte de uma mala de até 23 kg já subiu 67%. Entre junho e setembro do ano passado, essa alta chegou a 35,9%, segundo dados da FGV.

 

Segundo Fernando Gonçalves, gerente na Coordenação de Índices de Preços do IBGE, os preços de passagem aérea e telefonia estão entre os mais complicados de se analisar, pois variam muito. “São dados muito detalhados, que requerem cuidado na hora da coleta.” A divergência no acumulado de junho a setembro dos índices de passagem aérea da FGV e do IBGE chega a 19 pontos porcentuais, enquanto, no mesmo período, os índices de preço geral das entidades se diferem em 0,54 ponto porcentual.

 

A Anac afirmou que ainda não há um relatório específico sobre o tema e que qualquer avaliação até o momento ainda é prematura. Na própria resolução que alterou as regras, a agência estipulou um prazo de cinco anos para uma análise completa dos efeitos das mudanças. “Entretanto, a agência vem acompanhando e construindo mecanismos para aferir os impactos da resolução como um todo, no dia a dia do passageiro e do setor”, afirma, em nota

 

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